27 de novembro de 2014

Não te devo explicações nenhumas

É o que me apetece sempre muito dizer a quem faz mais perguntas do que deve. Ou isso ou "olha, e ires ali enfiar um pessegueiro no cu e pores a rodar até dar bananas?", mas esta é mais agressiva e no dia-a-dia opto sempre por abordagens mais leves, vá-se lá perceber porquê, que a ideia é tão bonita, mas pronto, podem levar a mal, com esta gente nunca se sabe. Mas dizia eu, pessoas que fazem mais perguntas do que devem, ou que querem sempre saber o que não é mesmo da conta delas, pá, não se aguenta. Como quando perguntam se podemos ir à Cochinchina  a tal hora fazer não sei o quê e nós dizemos que não podemos, vem logo o "mas não podes porquê?" e eu, sinceramente, fico sem saber o que responder. Então mas eu não tenho direito a ter vida? E se não me apetecer, hum? Também há essa hipótese, não é verdade? "Ah, mas tens assim tanto que fazer, é?" Tenho pois. Tenho que me deitar de papo para o ar no chão do quarto e fazer um anjinho de neve, só que sem neve. Apetece-me, pronto.

4 comentários:

Linda Porca disse...

Olha, podia bem ter escrito isto.
A ideia do pessegueiro é genial :D Dessa nunca me lembraria!
Eu mando-os cagar à mata (mas é mais mentalmente, que eu sou educada).

Panda disse...

Ahahahah, também devia resultar!

Rainha Ervilha disse...

eu opto pela do pessegueiro, e deixa lá anjinho.
vai surtir mais efeito, vais ver

Panda disse...

Aposto que sim!