5 de março de 2015

Linguística

Não consigo perceber aquelas pessoas que têm necessidade de dizer uma asneira (ou mais) a cada frase que falam, a sério que não. 

- Então, estás bom?
- F*, tou, c*, nunca mais te vi!
- Pois, tenho andado ocupada...
- C*, até pensei que já tinhas morrido!

Esta conversa aconteceu hoje, comigo. Foi (de uma beleza extra)ordinária. Isso e o "tipo" .

- Então, mas foste falar com ele?
- Ya, mas tipo, não valeu de nada, tás a ver?
- Então porquê?
- Oh, tipo, porque, tipo, (...)

Ou o "tá-se bem".

- Importas-te que te dê isto mais tarde?
- Não, tá-se bem.
- Mas vê lá se não precisas mesmo.
- Tá-se bem, usa à vontade, dás quando não precisares mais.
- Obrigada!
- Tá-se bem!

Tão bonito.

9 comentários:

Melvin disse...

Não é necessidade, já está entranhado nessas pessoas.

Só te esqueceste do "Oh puto...".




Panda disse...

Essa nem ouço muito. Mas se fosse por aí, tinha que ir para os "népias", os "bués", os "bacanos"...

TimTim disse...

são limitadas

Panda disse...

Acho que sim...

FME disse...

Looool xD

Panda disse...

:P

*Nightwish* disse...

Cá no "nuorte", os palavrões a servir de pontuação são coisa comum =P Mas o "tipo" e o "mano" e coisas que tais tiram-se do sério.
***

Cláudia Pereira disse...

Mesmo típico! O ya e o tipo ainda me saem sem querer :/

atualidadesbyclaudia.blogspot.com

Panda disse...

A mim também, algumas vezes. Mas não em todas as frases. Isso dá cabo de mim.