22 de novembro de 2015

Os terrores da minha infância

Havia três coisas que me assustavam particularmente quando eu era miúda. Passo a contar.

- Os meus pais diziam-me que se eu engolisse uma pastilha as paredes do meu estômago iam colar-se uma à outra. Vocês não estão bem a ver o pavor que eu tinha de engolir uma pastilha... A primeira vez que isso aconteceu, chorei que nem uma Madalena e comecei logo a pensar a qual das minhas amigas é que eu ia deixar as minhas Barbies. 

- Uma vez, tinha para aí 7 anos, vi o meu primeiro filme de vampiros. Não vi todo, mas vi o suficiente para descobrir que a reflexão dos vampiros não aparece nos espelhos. Durante uns tempinhos, sempre que me via ao espelho, olhava constantemente para trás de mim, não fosse dar-se o caso de estar lá o Drácula. E chegava a olhar para o tecto, porque o vampiro podia aperceber-se de que eu ia olhar e saltava para lá.

- O último terror, e também o meu favorito, por ser particularmente estúpido, é que eu achava que quando alguém partia um braço ou uma perna, qualquer coisa, o membro caía no chão. Assim mesmo, partia-se e caía. Então, morria de medo de partir um osso. Nunca parti nada à custa disso.

E é isto. Parem lá de se rir, se faz favor, vá.

19 de novembro de 2015

E eu odeio pés

Alguém pesquisou isto no Google e veio dar aqui ao blogue:



Ainda fiz uma pesquisa e encontrei alguns pés, mas não sei se o Lourenço expõe os seus pés desta forma e, como tal, não deixo aqui nenhuma imagem. Não me pareceu que os que encontrei fossem do Lourenço, porque tinham as unhacas pintadas. E alguns podiam ser, mas estavam acompanhados e eu não sei se as pessoas aceitariam que eu lhes tirasse a privacidade aos pés. Fica a intenção.

Aquele momento

Em que queres ouvir um vídeo que puseste a dar, mas tem que estar baixinho e não ouves nada porque estás a comer cereais.

9 de novembro de 2015

Sinto que estou a transformar-me numa escrava da moda

Precisava de um guarda-chuva daqueles chatinhos que não dão para enfiar em lado nenhum. Sucumbi à moda e comprei um transparente. Desde que o comprei que quero que chova. Por favor, alguém que me dê a medicação certa para isto se resolver...

6 de novembro de 2015

Podia ser um diálogo entre malucos

Mas era entre mim e o moço. É pior, portanto. Vínhamos no autocarro.

Eu - Cheira-me a sopa.
Ele - A sopa?
Eu - Sim, a sopa.
Ele (com ar de quem não está a perceber se eu estou a gozar com a cara dele) - Quê, cheira-te a Juliana?
Eu (com ar de "não vês que é óbvio") - Não!

...

Eu - Creme de legumes.

1 de novembro de 2015

Quão provável seria começar a chover precisamente quando sais de casa para ir ao Pingo Doce?

A pé, entenda-se. E a resposta é: muito provável. Já eu ia a meio caminho e eis que São Pedro resolve divertir-se. Deves ter muitos amigos, deves...