25 de julho de 2015

Manias

Sempre que tiro alguma coisa do escorredor da loiça, tenho que tirar tudo o resto. Quer dizer, ter não tenho, mas...


23 de julho de 2015

Olhó ódioziiiiiiinho fresquiiiiiiinho!

Sutiãs à mostra. Seja apenas a alça ou um pouco mais. Não consigo, não gosto, fica feio. Piora um pouco quando a alça é vermelha e o top é rosa, ou coisa assim. Sim, vê-se muito. E sim, fico com o nível dos açúcares a roçar os pés, sempre que vejo.

20 de julho de 2015

Tenho os meus momentos de loira

Sou quase loira, fica ali entre um castanho muito claro e o loiro escuro. Nem carne nem peixe, como eu costumo dizer. Mas todos os dias, ou para aí em 98% deles, tenho os meus momentos de loira, em que não há ponta de castanho. Loirinha, loirinha. Ainda só vamos em meio-dia de segunda-feira e já tive, com toda a certeza, o pior desta semana. Venho eu, depois de ter feito um exame, completamente acalorada dos ossos, que não se suporta estar lá fora, o buço a escorrer água, desgrenhada q.b. (enfim, vocês sabem, o meu normal), a subir as escadas do prédio, quando me deparo com um rapazola, perto da minha idade, mesmo à porta, ali a olhar para as campainhas. Olha para mim e pergunta-me se eu vivo ali. Eu digo que sim e o moço sempre a sorrir, sempre a sorrir, parecendo que se queria rir a sério. Depois pergunta-me se o prédio tem gás natural. Caiu sobre mim a nuvem negra e disse-lhe que sim.

Mas não.

É de botija.

Poing.

Acho que ele percebeu que eu não estava muito convencida daquilo que afirmava e, como tal, mais uma vez sempre a sorrir, sempre a sorrir, explicou-me que "o gás natural é o que não é de botija". E , depois de eu lhe dizer que era o de botija que tínhamos e que lamentava a minha confusão, lá se foi embora, desta vez a rir-se a sério, e eu sem saber qual de nós o mais corado. E pronto, aqui estamos.

18 de julho de 2015

Fui renovar o meu passaporte

Fiquei com cara de cu. Esquisita, mesmo. Olhos arregalados demais, boquinha comprimida, tesa que nem um carapau. Não sei que pensamento me estava a incomodar, aquando do momento em que tirei o raio da foto, mas podia ser um destes à vontadinha:

1. "Ooops, vem lá gás, e agora? Será que se vai ouvir?"
2. "Epá, não estou a ver lá muito bem para onde é que devo olhar, vou só abrir os olhos até ao limite para ver se consigo perceber..."
3. "Se eu me endireitar muito, vou parecer normal."
4. "Relaxa, estas fotos também nunca ficam bem... Não, não relaxes, NÃO RELAXES!"
5. "Está ali um abelhão. Estou lixada com isto. Não te aproximes, não te aproximes!"
6. "Que é que ela disse?? Mostrar as orelhas?? Escândalo!"

17 de julho de 2015

Palavras da minha vida

Escaganifobética.

16 de julho de 2015

Hoje levantei-me eram 5h30 da manhã

E foi, também hoje, que me estreei na arte de tentar abrir a porta de um carro clicando no botão que serve para abrir a janela. Levei quatro clicadelas até me aperceber.

14 de julho de 2015

Aquele momento

Em que vais acompanhada e te cruzas com alguém que conheces, mas não os podes apresentar porque não te lembras do nome da pessoa com quem acabas de te cruzar. Foi giro.

13 de julho de 2015

Ironias da vida

Conhecer alguém que se chama Comprido, mas que não mede mais do que metro e meio.

12 de julho de 2015

Dormi cerca de três horas, esta tarde

Entretanto já consegui mandar uma taça de cereais e leite pelos ares e escrever cão com "ç".

10 de julho de 2015

As crianças são o melhor do mundo *

Acho piada quando pergunto a uma criança relativamente pequena quantos anos é que ela acha que eu tenho. Independentemente da criança em questão, a resposta costuma ser 12. Acho que ter-se 12 anos já é ser-se assim muito velho para elas. Quando lhes digo que tenho 24, as boquinhas formam um círculo de surpresa e dizem "ena, és muito velha!" E depois é vê-las a tratarem-me por senhora, casualmente.

* que são, mas fazem-me sentir uma idosa.

9 de julho de 2015

Sadness, sadness overload


Vou ver na RTP1. Ou não. Depende da minha vontade de me torturar.

E a partir dali foi sempre a descer

Estava ontem entretida a estudar a tribo !kung san quando, ao ler que a menarca é motivo para ritual colectivo, me lembrei de uma das minhas maiores vergonhas, pela qual passei do alto dos meus 12 (quase treze) aninhos de idade: já estava eu suficientemente abananada com as hormonas, nada feliz com o sucedido e sem vontade nenhuma de ter o Benfica a jogar todos os meses em casa, como ainda tive que lidar com uns 10 telefonemas de felicitação por parte de familiares a quem a minha mãe decidiu telefonar, para dizer "olha, já veio!", como se eu já estivesse a demorar muito e estivessem todos à espera que o inferno surgisse no meu útero. "Já estás uma mulherzinha!", ouvia eu, não sei se mais vermelha nas bochechas ou em baixo. Mulher sofre...

8 de julho de 2015

E isto serve para tudo

If we resort to an indirect test and ask nature 'who are the fittest: those species who are continually at war with each other, or those who support one another?' we at once see that those animals which acquire habits of mutual aid are undoubtedly the fittest.

Pyotr Kropotkin 

5 de julho de 2015

Em que ano estamos? Quem sou eu?

Acabo de espirrar 9 vezes seguidas. Acho que me saltou alguma coisa.

3 de julho de 2015

A minha alma de féshónista sente-se traída

Tenho uns calções cuja etiqueta diz "only for the bottoms". Não é justo. Eu queria mesmo era usar aquilo na cabeça. 

Aaaaaaaiiiii é amoooooooooooor

Difícil, difícil, é estudar quando a Morango do Nordeste está a dar em loop na nossa cabeça. 

2 de julho de 2015

Panda, aprendeste alguma lição, durante esta semana?

Aprendi, pois. Aprendi que não é boa ideia ver GoT num monitor grande quando estamos numa sala de estudo de uma faculdade.