24 de maio de 2016

Updates

Como é que é bambus, está tudo bem? Têm comido como deve ser? Andam a deitar cedinho? E os dentinhos, andam a ser lavados? Ai essas orelhas atrás, mais esmero a lavar isso, sim? Pois é, não tenho escrito nada para o blogue, mas a verdade é que a paciência e a vontade, aliadas à inspiração, são essenciais e, digamos, isso tem-me passado tudo ao lado. Desenvolvimentos? Estou atolada de coisas para fazer e aproximam-se os exames. Os últimos do curso. Se tudo correr bem. (E esta é a parte em que vós ides acender todos uma resma de velinhas, para ver se resulta, porque só com o estudo que tenho feito não vou longe.) Apercebi-me não há muito tempo de que este é o meu último semestre de aulas, para o ano que vem já é estágio e tese e estou-me a passar. Tese? Como assim? Mas... mas... eu não acabei de nascer ainda há bocadinho? 


(Pausa para ir ali espetar a carótida.)


Mudando de assunto e finalizando: esta semana cheguei à conclusão (e atenção, a semana ainda agora começou) de que a coisa mais constrangedora que pode acontecer a alguém é entupir uma sanita fora de casa. Quê? Se foi a mim? Claro que não. Mas a pessoa em questão deixa-me dizer que fugiu de mansinho da casa-de-banho pública onde isso aconteceu. Aproveitou que não era hora de ponta e abandonou o local do crime subtilmente, depois de ter tentado puxar o autoclismo 3 vezes. E a pessoa tem, também, a dizer que não entupiu a sanita porque fez muito estardalhaço, mas sim porque a sanita não podia ser presenteada com papel higiénico. A pessoa apercebeu-se disso quando, depois de fechar o negócio, se levantou e avistou uma folha A4 que dizia, em letras garrafais, para não deitar papéis na sanita.


Vou-me embora. Beijinhos na bunda e até segunda.

10 de maio de 2016

Agora é que foi

Situação: Eu e o homem a jogar ao Stop, sem categorias.
Letra: C.

Ao fim de muitas palavras...
Eu - Casamento.
Ele - Credo.

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