31 de dezembro de 2015

29 de dezembro de 2015

Então, Panda, diz-nos lá que nós queremos mesmo muito saber, como têm sido as tuas férias?

As melhores até agora. Nem vocês imaginam o bom que isto está a ser. Tenho feito coisas tão giras. Tenho-me divertido imenso. Deixo a foto que mostra o quanto me tenho divertido:



27 de dezembro de 2015

Algo não está bem

Fiz agora um quiz para saber qual dos elementos do clã Kardashian tem um estilo equivalente ao meu.

Calhou-me o Kanye.

25 de dezembro de 2015

24 de dezembro de 2015

Prendas de Natal?

Check. E o centro comercial estava pacífico. It's a win.

Bom Natal bambus

Enfardem aí à grande!

23 de dezembro de 2015

18 de dezembro de 2015

Panda, diz-nos, o que aprendeste durante esta semana?

Anedotas. Atentem:

- Qual é a cor preferida das tomadas?
- Rosa choque.

- Qual é a diferença entre uma pizza e um judeu?
- A pizza não grita no forno.

- Porque é que o elefante não se mete em brigas?
- Para não levar na tromba.

- Porque é que o Hitler morreu?
- Porque viu a conta do gás.

E é isto.

14 de dezembro de 2015

Acham que me embebedo se comer uma caixa de Mon Chéri de uma só vez?

Estou a precisar de me alcoolizar. E é claro que aqui em casa só tenho isso ou o vinho horroroso que uso para cozinhar.

7 de dezembro de 2015

De Panda para Pai Natal

Olá Pai Natal,

Tudo bem contigo? Essas renas, estão boas? Espero que a Mãe Natal não te ande a chatear muito a cabeça e que tenhas tido oportunidade de verificar todos aqueles a quem tens que dar os presentes. Mas eu, como sou mesmo espectacular e bem comportadíssima, vou-te já poupar ao trabalho de ires ver o meu cadastro e digo-te que me portei de forma soberba durante este ano de 2015. A sério, fui exemplar. Mas bom, vamos então ao que interessa - a minha lista de Natal. 
Vou começar pela parte mais divertida da coisa. Quero dois jogos de tabuleiro. Este:


E este:


Ficaria muito contente com os dois, mas compreendo que possa ser um bocadinho chato, por isso concentra-te lá no primeiro, se faz favor. 
Ainda na parte divertida, digamos que há um certo supermercado muito continental que tem um panda gigante à venda e pelo qual eu daria um rim, por isso gostaria que me poupasses a uma insuficiência renal (literalmente) e que me mandasses o bichano. Gosto tanto daquele fofo, que quando passo por ele no supermercado é preciso puxar-me pela mão para eu descolar. E não te comeces já aí a rir, não quero cá ouvir-te dizer que faço 25 anos e que já não tenho idade para isso, porque eu tenho uma criança a viver dentro de mim que precisa de ser feliz.
Passando para uma componente mais séria da lista, gostaria que me desses um carro. Se pudesse ser um Mini vermelho com a capota preta, era topo, como eles dizem agora. Mas se não puder ser esse, então qualquer coisa serve, desde que ande, esteja em bom estado e seja económico. Bem sei que ainda não tenho a minha carta, because of reasons, mas acredito que se tivesse um bebé desses à minha espera a tirava num instantinho. 
Por fim, e esta aqui é aquela que eu ando a pedir-te desde que nasci, quero um destes:


Mas se não puder ser um Golden Retriever, pode ser um qualquer. Quero um cão, pronto.
E é isso. Se pelo meio quiseres parar na Tous e comprar uma malinha jeitosa, carrega-lhe, que eu não me faço de esquisita.

Beijinhos,
Panda

6 de dezembro de 2015

Por vezes ponho-me a pensar nas razões pelas quais pode ser bom ter um blogue

E depois apercebo-me de que há incontáveis. E adiciono mais esta à minha lista. Até porque eu sou daquelas aves raras que não tem Facebook. Portanto, alguém que não me conhece de lado algum lembrar-se de que eu existo numa situação destas, deixa-me o coração muito quentinho. Muito.

4 de dezembro de 2015

3 de dezembro de 2015

As passadeiras e eu

Eu sou aquela pessoa que não atravessa uma passadeira se o semáforo estiver vermelho. Das raras vezes que o faço, começo a ver a minha vida a andar para trás. Sou aquela pessoa que fica do outro lado sozinhita, à espera que fique verde, quando todos os outros já passaram e estão à minha espera, com o gozo a invadir-lhes o focinho. Isto é muito constrangedor. Há velhas com 80 anos a passarem com o vermelho porque não se vê nenhum carro num raio de 50 metros. Mas eu não, eu fico ali, com os grilinhos a tocar na minha cabeça, à espera que apareçam aqueles dez segundos iluminados a verde que me indicam que posso atravessar em segurança. Supostamente. "Então mas ó Panda e se não houver nenhum semáforo?" Boa pergunta, bambus. Se não houver semáforo, eu desacelero o passo (sim, isto é tudo muito calculado), quase até à velocidade de um caracol a morrer, para poder passar sem nenhum carro nas redondezas. "Então mas ó Panda e se isso não for possível?" Vocês estão fortes, hoje. Bem, se isso não for possível, a minha ansiedade fala-me, transpiro-me toda e atravesso, tentando manter a minha dignidade e acenando aos carros, em sinal de agradecimento por não me passarem por cima.

2 de dezembro de 2015

Detesto ser fotografada

A sério. Não gosto mesmo. Se me tirarem uma fotografia e me apanharem despercebida, é na boa. Pode é sair dali um troll das cavernas ou eu ficar de boca aberta, como tantas vezes me acontece, mas não dou conta que estou a ser fotografada, por isso não há crise. Mas aquelas fotografias que se tiram em grupo são coisa para me revirar as entranhas. A cara que fazemos quando tiramos esse tipo de fotografias já é, por si só, pouco natural. Fica sempre este sorrisinho:


E, por norma, quem tira a fotografia não se inclui no grupo, por isso ainda tem que se habituar primeiro e ver onde está o botão. Portanto, fica uma pessoa ali, com o corta palha todo aberto, durante para aí cinco minutos, porque primeiro não se encontra o botão, depois há um que não se cala, depois é aquela amiga que diz que não ficou bem e ao fim desses cinco minutos é que a porra da foto já agrada a toda a gente. Menos a mim. Que com o passar o tempo fiquei assim:


Tudo menos feliz.