28 de abril de 2015

As coisas que eu oiço

Ando outra vez a ver Friends, do início. Conversa com o moçoilo, que é fã:

- Tens o bom coração do Joey, o humor do Chandler e a serenidade do Ross. E eu, hum? Diz lá. (esperando pacientemente que ele me dissesse em que é que eu sou parecida com as gaiatas da série)

- Tu? Então, tens as pernas do Joey...

- ...

22 de abril de 2015

Habituei-me a esta coisa das pesquisas, isto é giro


Qualquer dúvida existencial que tenham, assim ao jeitinho desta, não se acanhem, que a Panda está aqui para ajudar. E a resposta é... 

(rufar de tambores)

Não comam! 

That easy. Tchanan.

20 de abril de 2015

Eu vou confessar um segredo

Que isto não pode ser só dizer que sou espectacular, também tem que ser falar dos podres. Sinto-nos já amigos íntimos, por isso, aqui vai: eu não consigo falar ao telemóvel quando estou na sanita. Não dá. É uma incapacidade que eu tenho. Eu sei que há muita gente que até aproveita os momentos zen no trono para pôr em dia algumas telefonadelas. Mas eu não consigo. Não me levo a sério quando estou em negócios e fica muito difícil falar com a pessoa sem me esbardalhar toda logo ali. É a pessoa do outro lado a falar e eu só penso "e se eu tiver que puxar? Afasto o telemóvel? Activo o kit mãos livres? E se dou um pum?" e, depois, já nem consigo fazer nada em condições. Fica o negócio comprometido, eu fico frustrada e a pessoa não percebe porque é que me estou a rir. Ninguém merece.

18 de abril de 2015

O meu mais recente acto de rebeldia

Suor, inquietação, boca seca, taquicardia, náuseas e visão turva. A adrenalina de levar os sacos do Pingo Doce para o Continente.

The rainy roads of our old town


14 de abril de 2015

Ela pergunta e eu respondo (isto não pára nunca?)

A Boneca (ide, ide) desafiou-me para isto. Já tinha respondido, mas respondo de novo, apenas às perguntas que ela me deixou. Só para não fazer a desfeita, aqui vai disto, Evaristo:

1. Onde encontraste a Boneca?
Ela deixou um comentário, julgo que no blogue da Linda Porca, e eu fui lá comentar o que ela disse. And that's how I met your mother.

2. Top 3 das coisas que nunca deixas em casa.
Cuecas, sutiã e telemóvel.

3. Destino de férias supremo.
Lua. Bumba. 

4. Qual a história de vida de que te mais orgulhas?
A minha história com o meu bonifácio.

5. Qual a história de vida de que mais te envergonhas?
Tenho vergonha de dizer!

6. Porque fizeste o teu blog?
Porque achei que devia relativizar as coisas. E escrever bacoradas pareceu-me uma boa forma de o fazer.

7. Guilty pleasure musical.
Aquele hip hop americano, tipo 50 Cent, em que só se fala de cus. Aqueles beats...

8. Num cenário apocalíptico, onde é que te podemos ir procurar?
Se não estiver com o meu bonifácio, estarei certamente à procura dele. Onde, não sei.

9. Morango, chocolate ou baunilha?
Morango.

10. Cães ou Gatos?
Cães. Cães, cães, cães. Cãaaaaaes.

11. O que não podes perder?
O juízo (sim, pode parecer que não, mas está cá e uso-o sempre que a situação o quer).

E pronto, está feito. Se quiserem deixar os vossos testemunhos nos comentários, sintam-se em casa, já sabem. 

12 de abril de 2015

Os pavões são animais perigosos, ouçam o que vos digo

Como sabem, ontem fui ao zoo, visitar o pessoal. E andavam por lá a passear os pavões, muito perto das pessoas. Claro que, quando dei de caras com o primeiro, tive que me aproximar dele. E lá fui eu, pé ante pé, bem devagarinho, até ficarmos frente a frente, tão perto que podia tocar-lhe. Estava eu a olhar para ele, a rir-me e a comentar com o moço que o animal estava com cara de "dafuq is this shit", quando sai daquele corpinho esbelto um sonoro GAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAÁ. Borrei-me toda. Foi um dos maiores sustos da minha vida. Achei que ia aparecer nas notícias e tudo. "Pavão ataca Panda e espalha o terror no Jardim Zoológico de Lisboa". Vi a minha vida toda a passar-me à frente dos olhos, ao jeito dos melhores momentos da Casa dos Degredos, com a Teresa Guilherme a apresentar e tudo. Não queiram experienciar o sentimento. Quando forem ao zoo, afastem-se dos pavões, que eu não quero que vos aconteça nada de mal, sim bambus? Ah, e já agora, não vos vá dar para quererem muito comer uma sandes de leitão, quando lá forem...



11 de abril de 2015

Hoje à tarde vou ao zoo

Alguém precisa que eu deixe algum recado aos familiares? Vejam lá, não custa nada.

10 de abril de 2015

Conclusões matinais

Não sou moça de mau acordar, que não sou, mas confesso que, até eu, mesmo sendo um exemplar do sexo feminino realmente espectacular, tenho os meus pet peeves logo pela fresquinha. Resumem-se a uma simples palavra: pessoas. De manhã, não gosto de pessoas. Só tolero pessoas a partir das 13 (e estou a ser um anjo de menina). Tudo o que tenha a ver com pessoas antes dessa hora mexe com os meus nervos, e eu sofro que sofro dos nervos. Fico com os olhinhos a tremer, principalmente com pessoas eufóricas, que parece que beberam Red Bull a noite toda e que começam logo a fazer-me perguntas mal me vêem. Uma pessoa demora um minuto a responder e pimba, já temos mais três perguntas em cima, quase parece telemarketing, credo. Iiiiiinspira, eeeeeeexpira.

9 de abril de 2015

Depois de ver o filme fiquei inspirada



E acho que vou criar uma coisa parecida. Mas com sexo animalesco.

Escatológica, mas com higiene

É de mim, ou um pum dado no duche equivale a trezentos (relativamente ao cheiro) dos normais?

8 de abril de 2015

Ora... Não sei que pensar



Amigo/a, vieste procurar no sítio errado. Tugas a fazer sexo no bairro é coisa sobre a qual eu não tenho o hábito de falar. Não me surge. Mas pronto, uma ideia é sempre bem-vinda, pode ser que ainda um dia destes me dê para escrever sobre isso. Há doidos para tudo.

7 de abril de 2015

Lembro-me como se fosse hoje

Todas as noites fazia da mesma maneira: acendia a luzinha do telemóvel, verificava o sítio exacto onde se encontrava a porta do meu quarto, desligava a luzinha, caminhava até à porta e, por fim, acendia a luz e dirigia-me até à casa-de-banho, prosseguindo com a minha vidinha e voltando para a cama feliz e contente. Naquela noite fatídica, algo correu mal. Talvez tenha sido um passo mais para o lado ou uma distância mal calculada. Acendi a luzinha, verifiquei onde ficava a porta, levantei-me e caminhei, confiante. Dei com as ventas em cheio na parede. A porta estava uns centímetros mais à esquerda. Abracei o meu novo destino - não ir à casa-de-banho durante a noite.

"Passa-se alguma coisa, de certezinha"

É sempre o que pensamos para nós próprias quando o dono do nosso coração (oh, Panda, que lindo, até que és romântica, pá), o amor da nossa vida, o nosso torrãozinho doirado (vá, já chega) não está nem aí para conversetas. E nós ficamos ali a matutar, já com mil e uma razões na cabeça para justificar aquele comportamento passivo, o olhar vazio e, agora que reparamos bem, até cabisbaixo. E depois ele nem acaba a costeleta e, ai Jesus, que está-se mesmo a ver que isto vai acabar mal, isto é um sinal, estamos com problemas de certezinha e ele não nos está a dizer, não desabafa connosco, nada. Deixamo-lo ver o Benfica, damos-lhe a cervejinha e os tremoços, até pode comer no sofá desta vez, queremos é que ele reaja. Nada. Fica ali, o mesmo olhar, a mesma expressão de quem precisa, claramente, de dizer alguma coisa e, ao mesmo tempo, de quem não quer falar sobre o assunto. Será que fizemos alguma asneira? Ficamos ali, a olhar para ele, andamos de um lado para o outro e ele sempre na mesma. Arranjamos coragem. Damos passos vagarosos até ao sofá, para não assustar o bicho, e abancamos devagarinho. Encostamo-nos a ele. Ele não nos põe o braço por cima. Ai, é desta. Ai, meu Deus que não nos aguentamos. Não vamos conseguir viver sem este pedacinho de sol nos nossos dias. Já com o coração a mil, a cabeça zonza e a boca seca, perguntamos, a medo:

- Amor... Está tudo bem? Passa-se alguma coisa? Estás esquisito... Fui eu? Fiz alguma coisa para estares assim? Diz-me. Tu diz-me, que a gente resolve!

E ele encara-nos de frente, os olhos vazios, um ar pensativo, e responde:

- Aquelas costeletas... Eram de porco ou eram de vaca?

6 de abril de 2015

Fui desafiada e, como mulher de coragem que sou, aqui vos presenteio com este exclusivo

A Porca mais fixe aqui do sítio desafiou-me. Ainda há pouco tempo respondi a um desafio, porque foi a primeira vez. E vocês sabem como a primeira vez é especial, não sabem, meus badochas? No entanto, como não sou destas andanças, pensei que seria o primeiro e o último. Mas eis que ali a minha compincha me desafiou e às perguntas dela eu quero responder. Ora vamos lá, sim? Que lindos, em coro e tudo.




1. Escrever 11 factos sobre nós próprios.
2. Responder às perguntas que nos colocaram.
3. Nomear 11 blogs com menos de 200 seguidores.
4. Fazer 11 perguntas a esses blogs nomeados.
5. Colocar a foto do Liebster Award no post e respectiva tag.
6. Enviar o link do post a quem te nomeou.





11 factos sobre a Panda
- Sou sociável (passo a vida a falar com a minha mãe);
- Sou simpática (no outro dia passaram por mim e eu até disse "olá");
- Já nadei com golfinhos (e só não levei uma pazada de um, porque não calhou);
- O meu vício mais duradouro, porque sou de vícios efémeros, é jogar Sims (desde o primeiro que saiu, nunca mais parei de jogar);
- Sou fã de Harry Potter (coisa para me pôr o coraçãozinho frágil a bater mais rápido do que as asas de um colibri, de cada vez que começava a ler ou a ver um filme);
- Nunca tive um cão;
- Apaixonei-me pelo meu homem há uns 8 anos atrás;
- Não gosto de chocolate negro;
- Não tenho jeito nenhum para trabalhos manuais (não estejam já aí a pensar coisas, seus badalhocos);
- Adoro cozinhar;
- Sou filha única.

As perguntas da Linda Porca
1 - Como é que vieste aqui parar?
Olha, estava a passar, de camionete, gostei do que vi e fiquei. Também a tenda é resistente, daquelas boas, veio do estrangeiro e tudo, um tecido que é uma maravilha... E até agora ainda não me acabou a comida, trouxe enchidos e um tupperwarezinho de cozido.

2 - Onde é que achas que isto vai dar?
Não sei. Mas diziam que acabava em 2000, depois já era em 2012, afinal, ainda não acabou e eu já não percebo nada desta vida.

3 - Diz-me como te relacionas com a bicharada.
Depende. Há primos que não conheço, depois tenho assim uns tios com quem não me relaciono muito bem... Mas falam-me no Natal, isso conta?

4 - Diz-me o que é que tens à cabeceira.
Até mostro.


E estou a adorar cada bocadinho.

5 - Qual foi o momento mais idiota da tua vida?
Qualquer momento em que deixe cair alguma coisa no chão, apanhe, deixe cair de novo, apanhe, deixe cair de novo... É que nunca pára. Ou então, qualquer uma das vezes em que deixo que me passem à frente no comboio para me abrirem a porta do IC, porque aquilo é um mistério para mim. Ou ainda, sempre que me baixo para apanhar alguma coisa e caio para trás.

6 - Qual a tua técnica preferida para sair de cena?
Dou um pum.

7 - Quando precisas mesmo de ter tomates para enfrentar uma sit, o que é que fazes?
Uma sit? Isto é assim? Bem, quando preciso mesmo de ter tomates, vou ali ao Pingo mais próximo, compro dos de rama e arreganha que lá vai tripa.

8 - Tens mesmo que desligar uma chamada de telemóvel, mas a outra pessoa, com quem não tens intimidade nenhuma, não se cala. Agora conta lá.
Digo "OLHA AS TELHAS VÃO TODAS COM O C*, OLHA OLHA OLHA" e desligo.

9 - Estás aflitinho/a para cagar em plena primeira vez com alguém. Agora desemerda-te.
Olha, não sei. Eu ia à casa-de-banho. Pelo menos, contava que a outra pessoa fizesse o mesmo se precisasse, ora agora.

10 - Vai um touro a correr atrás de ti escadas acima. O que é que fazes?
Atiro-lhe com o casaco para os olhos, salto-lhe por cima (não é para cima, pá, calem-se!), aterro graciosamente (óbvio) no patamar, escorrego pelo corrimão abaixo e depois fecho a porta atrás de mim. Quem estiver lá dentro, que se amanhe.

11 - Conta-nos tudo, não nos escondas nada. A mim dá-me miminhos, mas graxa não, a menos que seja azul.
Eu não escondo nada. A não ser daquelas vezes em que me deito e previno-me com umas iguarias confortavelmente instaladas numa gaveta. Nobody touches ma sweets.

E pronto, está feito. Não vou passar, levem meus filhos. Levem.

5 de abril de 2015

Olá bambus, como vão? Os pais, estão bons? Os cães? Então e os gatos?

Proooonto. Agora que já vos perguntei por vocês, vou falar do que realmente importa. Ora bem, esta semana fui fazer um teste cutâneo, para descobrir possíveis alergias de contacto. Falaram-me de um teste que se fazia no braço, com umas quantas "picadelas". Já ia toda a panicar quando descubro que, na realidade, iam apenas pôr-me uns adesivozitos. "Ah bom, assim está bem", pensei logo, na minha ignorância, de quem acha que, se não há picadela, então não há mal maior. Pooois. Mas há. Eram trinta e nove adesivos. Trinta e nove. As minhas costas pareciam uma caderneta de cromos. E perguntam vocês "então, mas quê, foi no dia que os tiraste? Foi de um dia para o outro?" e eu respondo que não, que foi dois dias depois. Dois dias, sem poder enfiar-me na banheira e tomar uma banhoca como deve ser. Se não fosse o meu fiel companheiro, o bidé, o meu cabelinho não tinha visto água durante dois dias. E se não fosse a minha boa capacidade acrobática, em vez de ficar a cheirar a Dove, ficava a cheirar a porcos. Aguentei e, dois dias depois, lá fui eu tirar a porcaria dos adesivos, e mais o grande que lhes puseram por cima, a cobrir-me as costas. Afinal não sou alérgica a nada, mas fiz mais reacção às caínas (o que, basicamente, se traduz num cuidado maior com Tantum verde e pomadas hemorróidais) e borracha negra (lá vai mais cuidado com pára-choques, pneus e galochas). E pronto, é isto. Se conhecerem mais algum infeliz com propensão a ter alergia a pára-choques, apitem. Adeus.

2 de abril de 2015

E agora, senhoras e senhores, um Q&A com colaboração (vejam lá ao ponto que isto já chegou)

*rufar de tambores*

Vamos lá a isto:

A Pseudo pergunta
1. Como é que as Pandas ressonam?



Eu vou explicar: nós, Pandas, somos seres delicados, tanto como um elefante numa loja de porcelanas. Não fazemos disso. Se o caso fosse esse, seriam, com toda a certeza, roncos delicadíssimos e harmoniosos, coisa para adormecer bebés.

2. Respeitam o jejum da quaresma?
Sim, claro...


3. Quem coça as costas a uma panda?
À falta do moço, das duas uma, ou me coço numa árvore,

Às vezes corre mal.
ou rebolo-me no chão, ravina abaixo, e passa num instantinho.


4. Achas que existem pandas canhotas?


Claro. O mundo dos Pandas é um mundo diverso, como outro qualquer. E por acaso, esta que vos escreve, seria canhota se, na escola primária, não a tivessem obrigado a escrever com a mão direita. Sou, inclusive, um bocado deficiente a escrever com a direita, ainda hoje. E a minha letra é feia para dedeu.

5. Quantas referências a pandas tens no teu quarto?


Tenho um porta-chaves, uma caneta e um peluche. Mas hei-de fazer um poster de mim mesma, porque falta aqui um Panda em tamanho grande para dar um jeitinho à divisão.

6. Serias capaz de comprar cuequinha com pandas (para ti ou para ele, tanto faz) e mostrá-las à gente?

(sua maluca)
Por acaso não tenho nenhuma cuequinha assim. Só do Garfield (sou fã, shiu) e essas não mostro porque estão rotas, para isto arejar cá em baixo. E ele também não tem, a não ser que me esteja a esconder esse pormenor importante da vida dele...


7. Nas tuas viagens de comboio, que animal associas às pessoas que te rodeiam? Dá exemplos, sff :)

Há os pervertidos, que vão a viagem toda com uma cara que lembra a das preguiças,


há os come-e-dorme que são autênticas lontras (aqui enquadro-me)


e há os que se comportam como pessoas...


1 de abril de 2015

But baby all the good women are gone


Sou tão fixe, que acabo de fazer um Q&A (está na moda) com cinco perguntas a mim mesma

1. Panda, gostas de sushi?


Vem sempre alguém dizer "ah e tal, porque de certeza que não foi no sítio certo". Foi, sim senhora. Sentadinha num restaurante todo fancy, diz que dos bons, todo boneco e xpto. Não gostei. "Ah e tal, mas tens que insistir". Já insisti, fui a mais três. Garanto-vos que não gosto de sushi, pela saúdinha do meu falecido canário. Aquilo não me sabe bem e não gramo a textura. Passem para cá um robalo grelhado, um bacalhauzinho à Zé do Pipo, uma sardinhazinha assada, ou o que vocês quiserem, que marcha com agrado, pompa e circunstância. Sushi não, obrigada.

2. Fazes exercício físico?


Sou lontra assumida. Antes praticava natação, uma das minhas coisas favoritas de sempre. Também já andei pelo ginásio. Agora, pratico exercício físico quando vou de divisão para divisão. Uma canseira, minha gente, nem vos digo nem vos conto.

3. Então o que é que tu gostas de fazer, pá?
Isto,


isto,


e isto.


Sou uma mulher de prazeres simples...

4. Quando alguém "goza" contigo, o mais provável é ser com o quê?
Com a forma como me rio. Eu tenho vários tipos de riso diferentes, mas o mais habitual é qualquer coisa assim:


Não sai som nenhum. Fico só de boca aberta, meia a tremer e, eventualmente, após uns cinco minutos, faço assim um guincho de porco na matança para respirar. Senão morro.

5. O que é que gostavas de saber fazer mesmo bem?
Gostava de saber dançar como deve ser, assim mesmo numa de "bitch, I'm fabulous" a deixar vento por onde passo. Mas...


Nope.

Bambus, agora lanço o desafio: façam as perguntas que vocês quiserem, sobre o que quiserem e eu respondo, que tal? Vamos lá!