29 de outubro de 2015

Lá daquilo dos anjinhos de Natal

Vi no blogue da Pipoca. Adoptei o meu anjinho, juntamente com o meu homem, e não escolhemos nem sexo nem idade. Andei aqui em pulgas para receber o email com os detalhes da nossa criança. É uma menina, tem 8 aninhos e chama-se Rute. E quer um MP3. E sinto-me triste, porque não vou poder ver a cara dela quando receber os presentes. Não se pode ter tudo.

28 de outubro de 2015

É o bicho, é o bicho

Eu tenho um problema. Vá, mais um. É que, para além de ser completamente apanhada do clima, sou dura de ouvido. Mouca, mesmo. É a velhice, meus amigos, vocês lá chegarão. Mas dizia eu, que sou dura de ouvido e uma das muitas consequências que isso pode trazer à vida de uma pessoa é, nada mais nada menos do que, ouvir mal (muito mal) o que é dito nas músicas. Vejam o exemplo desta música, do grande Iran Costa (fantástico nome, Iran, quero igual). Ele diz:

É o bicho
É o bicho
Vou-te devorar
Crocodilo eu soooooou

Eu percebia:

É o bicho
É o bicho
Vou-te devorar
Corpo de loçãaaaaao

...

Não sei, não perguntem. Eu tenho problemas. E quando descobri que era "crocodilo eu sou" que ele dizia, para aí 355 anos depois, percebi porque é que as pessoas me olhavam de lado sempre que eu cantava isto no Carnaval.













Corpo de loçãaaaaaaao!

27 de outubro de 2015

A (minha) vida tem destas coisas

Estava aqui a lembrar-me de um episódio muito triste, que deve ter-me acontecido há uns dois anos atrás. Porque é que eu partilho destas coisas convosco? Olhem, porque não jogo com o baralho todo e porque, realmente, amor próprio é coisa que não me assiste. Mas adiante, ia eu contar: houve um convívio qualquer nas Químicas, uma vez, por altura de uma Latada ou de uma Queima, eu nem sei bem, porque apago essas coisas todas da memória que é um instantinho (só é pena não ter apagado mesmo o episódio na sua totalidade, mas as memórias deprimentes raramente me abandonam, vá-se lá perceber porquê). Eu fui ao convívio e a noite não estava a ser grande coisa. Nem sequer bebi, o que torna toda a história ainda mais triste, porque só o álcool poderia desculpar o que sucedeu. Eu estava com mais pessoal, chateei-me por aquilo estar uma seca, lembrei-me da solitária da minha almofada e decidi seguir caminho para a minha home sweet home. A casa onde eu vivia na altura era de três pisos, dividida como se fosse um prédio, estão a ver a coisa? E eu vivia no terceiro, não tendo nadinha a ver com as pessoas dos pisos abaixo. Subo as escadas e até hoje ainda não encontrei explicação para o que aconteceu, talvez estivesse tão cansada que achei que não precisava de subir mais, mas fiquei no segundo piso. A porta dos vizinhos não estava trancada, porque se estivesse, eu ainda tinha travado a tempo de não ir parar a uma cozinha que não era a minha, plenamente confiante naquilo que estava a fazer. Só me apercebi quando vi uma cozinha mais ampla do que a minha e estranhei o espaço tão aberto. O que me valeu foi que era altura de festa e nem estava ninguém em casa. Senão, teria sido bem mais triste. Assim, pelo menos, só fiquei eu a saber. Eu e vocês.

Olhó vídeozinho fresquinho!


22 de outubro de 2015

Assim acontece, às vezes

Uma pessoa chega à Faculdade mais cedo do que é preciso, para ver se ainda estuda alguma coisinha antes das aulas. Aquilo está cheio, pois que é a hora de almoço, e só se vê uma mesinha ao fundo. Perfeita. Chega-se e não há cadeiras, apenas um monte delas empilhado ao lado da mesa. Muito bem, Panda tira uma e senta-se. A cadeira está estragada e quase que se abre toda ali (as pernas escorregaram cada uma para seu lado). Panda não se esbardalha porque Jesus tem pena e não deixa. Panda recompõe-se, porque a esta altura já o coração tinha dado três piparotes. Panda afasta a cadeira para o lado e vai buscar outra, tentando manter a pose. Panda senta-se. A segunda cadeira tem o mesmo problema. Panda zanga-se e muda de mesa. Acrescentem só aí um rubor intenso nas faces e um cabelo desgrenhado e está um cenário porreiro e muito, muito verídico.

20 de outubro de 2015

Ocorreu-me esta analogia hoje pela manhãzinha ou Não é só a Pipoca que fala de puns

Um pum é nada mais nada menos do que um adolescente em fase de rebeldia. Sai sem ser autorizado, não cheira lá muito bem, às vezes bate com a porta e outras há em que sai de mansinho para ninguém dar conta.

12 de outubro de 2015

Panorama da minha Faculdade para o pessoal de Erasmus

A Professora a falar connosco:
- As bananas são muito importantes para a nossa saúde e trazem diversos benefícios, por serem uma boa fonte de potássio e de, por exemplo, fibras dietéticas, entre outros. Reduzem a pressão arterial, ajudam na digestão, tornam os ossos mais fortes, melhoram a nossa visão, reduzem o stress e por aí fora. 

A Professora a falar com a sueca:
- Bananas are good for you.

(Vá, ninguém fala realmente de bananas.)

História da minha vida

Engano-me a escrever. Ponho corrector. Engano-me outra vez.

6 de outubro de 2015

Ironias da vida

Preciso de ir comprar um guarda-chuva, mas não posso porque está de chuva.

5 de outubro de 2015

Pergunta para queijo

Vou à marquise ver da minha roupinha no estendal e o que é que vejo?

A. Um cão.
B. Um gato.
C. Um piriquito.
D. Um homem na sua casa-de-banho, numa das janelas em frente, de janela aberta e de luz acesa, a fazer a depilação às pernas e às virilhas, com uma perna esticada e a outra apoiada na bordinha da banheira.

Ora adivinhem lá. Era mesmo para isto que eu estava destinada hoje?